sábado, 5 de janeiro de 2013

UMBERTO ECO

 (5/01/1932[ Alexandria - Itália] -19/02/2016 [Milão])

Escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional.

Titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de Ciências Humanas na Universidade de Bolonha, além de colaborador em diversos periódicos acadêmicos, colunista da revista semanal italiana L'E´presso e professor honoris causa em diversas universidades ao redor do mundo.


OBRAS
 
1980 - O Nome da rosa ("Prêmio Médicis de livro estrangeiro" - França);

Adaptação cinematográfica de Jean-Jacques Annaud com Sean Connery e Christian Slater nos papéis principais.

1988 - O Pêndulo de Foucault;

1994 - A Ilha do dia anterior;

2000 - Bandolino;


2004 - A Misteriosa chama da rainha Loana.

2011 - O Cemitério de Praga.


Ensaios

Obras nas áreas de filosofia, semiótica, linguística e estética

Obra aberta (1962);

Diário mínimo (1963);

Apocalípticos e integrados (1964);

 A definição da arte (1968);

A estrutura ausente (1968);

As formas do conteúdo (1971);

 Mentiras que parecem verdades (1972) (co-autoria de Marisa Bonazzi);

O super-homem de massa (1978);

Lector in fábula (1979);

Viagem na irrealidade cotidiana (1983);

O conceito de texto (1984);

Semiótica e filosofia da linguagem (1984);

Sobre o espelho e outros ensaios (1985);

Arte e beleza na estética medieval (1987);

Os limites da interpretação (1990);

O signo de três (1991) (co-autoria de Thomas A. Sebeok);

Segundo diário mínimo (1992);

Interpretação e superinterpretação (1992);

Seis passeios pelos bosques da ficção (1994);

Como se faz uma tese (1995);
Kant e o ornitorrinco (1997)

Cinco escritos morais (1997);

Entre a mentira e a ironia (1998);

Em que creem os que não creem? (1999) (co-autoria de Carlo Maria Martini);

A busca da língua perfeita (2001);

Sobre a literatura (2002);
Quase a mesma coisa (2003);

História da beleza(2004)

La production des signes (2005 em francês);

Le signe (2005; em francês);

História da Feiúra;

A vertigem das listas (2009);

Não contem com o fim do livro (2010)  (co-autoria de Jean-Claude Carrière) ).

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